Black Sabbath em São Paulo: um relato honesto

Black Sabbath em São Paulo: um relato honesto

Vamos aqui resenhar rapidamente e honestamente o show do Black Sabbath que rolou em São Paulo no dia 11 de outubro de 2013, no Campo de Marte. Histórico? Sim! Perfeito? Longe disso.

Eu poderia escrever parágrafos enormes para enaltecer a importância histórica e pessoal para muita gente que foi esse show, ver Ozzy, Tony Iomi e Geezer Butler, é sim algo para contar para os amigos, filhos e netos com orgulho.

Dizer que a química da banda dá uma animo foda, todos membros tem seus momentos, ah e tem o baterista Tommy Clufetos que ganhou pontos infinitos de moral já que todo mundo em um momento do show pensou e soltou “esse batera é foda”, ótimos momentos no geral rolaram lá e isso você pode ver em qualquer resenha por ai.

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Ozzy mesmo não aguentando altas notas deu um show de carisma, a presença do cara realmente supera qualquer “ele não consegue fazer isso” o cara tá lá tão feliz e alucinado que a frase vira “ele não consegue fazer isso e dane-se! Tá legal pra caramba isso!”, e mesmo chamando São Paulo de Rio de Janeiro ganhando altas vaias, nada o atingia, e quase no fim ele corrigiu a gafe.

O maior destaque para mim foi Tony Iomi, a felicidade do cara valeu tudo, e aquele show antes de ser pra qualquer um ali era pra ele, dava vontade de subir no palco e abraçar o cara.

E tudo era tão legal e foda que poderia até estar no mudo, e foi quase isso que aconteceu no meu caso, fiquei tão longe do palco e o lugar era tão aberto e cheio de vento que se alguém cantasse junto ou desse uns berros mal dava pra ouvir a banda, a parada do efeito do vento no lugar era tão bizarra que ao ver no telão Ozzy cantava com delay em alguns momentos.

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Quem foi na pista vip não teve esses tipos de reclamações, mas se incomodou muito com um público novo que não agitava como um show de rock deveria ser, muita gente beste online casino nova que estava “conhecendo” a banda não ficava “Fuckin crazy” no nível que o pastor Ozzy tanto gosta. Nos pesares, temos também o terreno irregular que não favorecia em nada a visão por mais alto que alguns fossem, ok estava cheio pra caramba, mas se não fosse um show do Black ‘Fuckin’ Sabbath, podem apostar que ia ter gente falando muito mal do evento.

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Espero que os próximos eventos que devem acontecer no Campo de Marte (alô Planeta Terra) tomem as devidas providências para que o som não seja prejudicado assim como todos outros defeitinhos por ai.

No mais, valeu e muito. Afinal, ver um pedaço da história do rock é algo que no final de contas não tem preço ou defeitos.

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